"Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte. Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas. As vezes vão meus beijos nesses barcos solenes, que correm pelo mar rumo a onde não chegam. " Pablo Neruda
sexta-feira, 18 de abril de 2014
"Amor, quantos caminhos até chegar a um beijo, que solidão errante até tua companhia!" Pablo Neruda
Era o momento alegre do assalto e do beijo. Era a hora do assombro Que ardia como um facho.
Queria que os beijos fossem como as cerejas, que quanto mais se come ,mais se tem vontade de comer e muitas vezes nem damos conta da quantidade imensa que comemos. Os beijos deviam ser dados assim , com sabor de eternidade.